Atrasa lado | TSE largou tentativa de derrubar sistema que partiu de outro país

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Luís Roberto Barroso, presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral)

 

Não tem certeza, mas acha que foi: Apesar de não ter detalhes sobre o ocorrido, Barroso afirmou ser “quase certo” de que a tentativa de ataque partiu de uma ação em outro país

Mais tarde ele voltou atrás e largou que o problema foi no hardware: O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Luís Roberto Barroso, relatou que houve uma tentativa de ataque ao sistema que abriga as informações da Justiça Eleitoral, mas que foi totalmente neutralizado. “Houve de fato tentativa de ataque com quantidade de acessos maciços para tentar derrubar sistema como um todo”, afirmou o ministro. Segundo ele, mais informações sobre o ocorrido estão sendo apuradas e serão divulgadas numa próxima oportunidade. “A informação que tenho é que foi tentativa de derrubar o sistema. Mas está tudo funcionando bem”, disse.

“Estamos atentos, ataques são preocupação do mundo contemporâneo”, afirmou Barroso, para quem, no entanto, essa tentativa não é uma novidade desse pleito. “Minha impressão é que eles se repetem de longa data”, disse o presidente do TSE em coletiva à imprensa neste domingo, 15/11.

A “piruagem” veio de fora: Apesar de não ter detalhes sobre o ocorrido, Barroso afirmou ser “quase certo” de que a tentativa de ataque partiu de uma ação em outro país. “Às vezes quando ocorre ataque de outro país alguém aqui reivindica, mas muito provavelmente terá sido ataque de outro país”, disse Barroso.

Quem ganhou, ganhou e segue o baba: O ministro ainda buscou tranquilizar a população sobre o resultado das eleições, sobre o qual não há risco de uma eventual tentativa de ataque ter influência. “Ainda que pudesse haver problema na transmissão de dados, tudo o que acarretaria de transtorno seria atraso, mas não com comprometimento de resultado”, explicou.

O presidente do TSE ainda comentou que houve notícia de que teria havido vazamento de dados de funcionários do TSE, o que também está em apuração. “Esse vazamento não é produto de ataque atual, é de ataque antigo, que não fomos capazes de precisar se antigo de 10 dias ou de cinco anos”, afirmou

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