
AUDIÊNCIA DE CUSTÓDIA! LIBERDADE PROVISÓRIA DE RÉU CONFESSA DA MORTE DE ADEILMA GERA REVOLTA EM JEQUIÉ
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A decisão da Justiça de conceder liberdade provisória a Grazyela Silva, autora confessa do homicídio de Adeilma Santos Fonseca, deixou a comunidade de Jequié em choque e levantou um baita debate na cidade sol e região.
O crime aconteceu na madrugada de segunda-feira (24). Grazyela foi presa logo depois do ataque, ainda com a arma branca usada nos golpes, e teve o flagrante homologado. Mesmo assim, o juiz responsável pelo caso entendeu que não era necessária a prisão preventiva naquele momento, aplicando apenas medidas cautelares — o que pegou muita gente de surpresa, já que o homicídio teve motivação passional e, segundo relatos iniciais, pode ter sido premeditado. (Veja o caso)
A decisão repercutiu mal na comunidade jequieense que questiona como um crime tão violento pode resultar em liberdade tão rápida.
Apesar disso, Grazyela segue respondendo ao processo em liberdade, enquanto a Polícia Civil continua a investigação para subsidiar a denúncia que será apresentada pelo Ministério Público.
DESPEDIDA a ADEILMA COMOVE JEQUIÉ
Na manhã desta terça-feira, amigos de Cavalgada, familiares e moradores participaram do velório e do cortejo de Adeilma, que seguiu até o povoado do Emiliano, onde a jovem será sepultada. A comoção tomou conta do velório, marcado por muita dor, revolta e pedidos de justiça.
O caso ganhou ainda mais força nas redes sociais, reacendendo discussões sobre o uso da liberdade provisória em crimes violentos no Brasil, principalmente quando há confissão e provas materiais imediatas.



