História de corno: Viagem, papôcos e relacionamento aberto! Morte de motorista de aplicativo na Bahia ganha reviravolta
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Policial civil de São Paulo diz que atirou para defender a mulher; testemunha relata que motorista saiu ensanguentado pedindo socorro.
Uma viagem de aniversário terminou em tragédia e virou caso de repercussão nacional. O motorista de aplicativo Jefferson D’Ávila Conceição, de 33 anos, foi morto a tiros na quinta-feira (29), em uma casa de temporada em Arraial d’Ajuda, distrito de Porto Seguro, no extremo sul da Bahia.
O principal suspeito é Márcio Anderson da Silva, policial civil de São Paulo, de 53 anos. Os três estavam hospedados juntos desde domingo (25), quando começaram os dias de passeio na região.
Segundo a versão apresentada pelo policial em depoimento, ele e Jefferson passaram parte da quinta-feira consumindo bebidas alcoólicas na praia. No retorno ao imóvel, teria ocorrido uma discussão envolvendo o celular da mulher.
Márcio afirmou que Jefferson teria agredido a companheira com um tapa e um chute e, em seguida, pegado uma faca. O policial disse que efetuou os disparos para defendê-la.
Testemunha relata cena após os tiros
O depoimento do síndico do condomínio trouxe outros detalhes à investigação. Ele contou ter ouvido disparos e gritos de uma mulher. Também relatou ter visto Jefferson sair do imóvel ensanguentado, pedindo socorro.
A arma utilizada foi entregue voluntariamente pelo policial e encaminhada para perícia. O imóvel também passou por exames, enquanto imagens das câmeras de segurança deverão ajudar a esclarecer o que aconteceu.
Relacionamento aberto entra na história
A história ganhou ainda mais repercussão após o Cidade Alerta, da Record, divulgar a versão de Márcio de que os três mantinham um relacionamento aberto.
A família de Jefferson, porém, contesta essa narrativa e levanta suspeitas sobre as circunstâncias da morte.
Márcio e Érica prestaram depoimento e foram liberados, conforme reportagem exibida pela Record nesta terça-feira (3). O caso segue sob investigação da Polícia Civil.
Entre versões diferentes, uma pergunta continua no ar: o que realmente aconteceu dentro daquela casa de veraneio.



