
Sete cabeças caras do CV da Bahia foram localizados durante a mega operação no Rio de Janeiro, ao menos três tombaram.
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Cabeças caras do Comando Vermelho com raízes em Salvador e em diversas cidades do interior baiano estão em alerta após a megaoperação policial realizada no Rio de Janeiro, que já contabiliza 64 mortos — sendo 60 envolvidos com o tráfico e quatro policiais, dois civis e dois militares.
Conforme apuração do Informe Baiano, pelo menos sete Cramunhões da Bahia já foram localizados. Um deles, identificado como Júlio Souza Silva, de 30 anos, natural do Nordeste de Amaralina, em Salvador, teve a morte confirmada. Júlio já havia cumprido pena no Complexo Penitenciário da Mata Escura e estava em regime semiaberto.
Fontes do IB também apontam que morreram os traficantes conhecidos como “Esquilo”, “Mazola” e “DG”, todos de Feira de Santana. Os criminosos “FB”, apontado como o chefão do CV no território de Feira, foi baleado e não há informações sobre o seu estado de saúde. “Matarindo”, também de Feira, teria sido ferido durante os confrontos. Um outro homem da Bahia, apelidado de “Siri”, de Portão, em Lauro de Freitas, foi preso.
Entre os demais baianos monitorados pelas forças de segurança estão “Buel” ou “Cris” (Tancredo Neves), “Galo Preto”, “Zoi de Gato”, “Surfista” (Nordeste de Amaralina), “Tio Chico” (Recôncavo e Ilha de Itaparica), “RF” (Feira de Santana) e “Tchuck” (Rio Sena).
A maioria dos fugitivos oriundos da Bahia se abriga em comunidades dominadas pelo Comando Vermelho no Rio de Janeiro. Os grupos mais expressivos são formados por criminosos do Nordeste de Amaralina, Cosme de Farias, Tancredo Neves, Portão (Lauro de Freitas), Feira de Santana, Ilha de Itaparica e Região do Recôncavo.



